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Pelos poderes de Greyscow, nós temos a foorçaaaaa

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"Quando eu vivia e morria na cidade..."


De fato vivemos tempos de crise, onde dizer “bom dia!” é algo tão insignificante que não merece ao menos um sorriso de gratidão. Sempre achei bonitinho pessoas que guardam o lixo pra jogar fora quando chegar em casa, que digam obrigada ao invés de apenas ir embora. Sobretudo, o que se passa hoje na mentalidade do jovem cidadão brasileiro não é mais aquele conceito de que o que é bom é o certo. A mídia – por inúmeras vezes – sensacionalista, nos dá outro direcionamento, parece que somos obrigados a dizer “não” quando é “sim”. É uma obrigação inconsciente.
Nas escolas, só o que queremos é ensino de qualidade, que nós dê premissa para uma vida digna, a vida de cidadão - não necessariamente nacionalista, mas ao menos humanitária. Queremos ter chance de evoluir, de crescer, e também de ver nosso amigos crescendo juntos, no que se fala em idade e em maturidade e, o mais importante, em aprendizado. Queremos aprovação sem cotas. Queremos poder competir, sem precisar pagar absurdos por ensino de qualidade. Queremos ter a oportunidade de vencer na universidade com o orgulho de ter estudado a vida inteira em escola pública, porém de qualidade.
Todos os nossos anseios nos levam a pensar o que falta para o Brasil. Talvez falte mais pessoas que pensam em ajudar indiscriminadamente, e menos em excluir. Talvez falte pessoas mais dispostas, e menos conformadas. Talvez seja isso, ou talvez não seja. Mas para mudar a mentalidade de um país precisamos de uma “vacina”, para mudar tudo a longo prazo. Sobretudo, o que mais precisamos neste momento é um “soro”, para pelo menos amenizar a vida que se leva. E que essa “vacina” mude a vida de quem ainda vem por aí.
Quando eu era criança e ainda não tinha noção de que a violência se dá de forma cada vez mais imperativa na vida das pessoas, confesso que eu imaginava ela ser algo tão irrisório que seria difícil chegar até mim; esse foi meu sentimento até eu ver um rapaz levando embora minha bicicleta e deixando uma bala encravada na perna do meu tio. Talvez seja por isso que pensamos que o Brasil de hoje viva esta extrema “guerrilha” - só enchergamos a realidade quando ela afeta a nós diretamente. Mas nada justifica o fato de pessoas serem mortas da maneira mais cruel, e transformando em um campo de guerra, a vida de quem insiste em viver.


2 comentários:

Princesinha disse...

Realmente miga...esqueci da nossa amizade!
Perdoa eu???
rsrs
Teu texto está maravilhosamente maravilhoso...dá até orgulho de ser tua amiga...rsrsrs
xD
Te amo!
Beijo

Princesinha disse...

Mas eu te amo mais!!!
xD
Beijo, beijinho, beijão!
=*